quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Speed Dating Amor à primeira vista ou salvos pelo gongo?

Diz a sabedoria popular que devagar se vai ao longe, que a pressa é inimiga da perfeição, etc., etc. Mas os solteiros que querem deixar de o ser e que têm pouco tempo a perder, não terão, provavelmente, muita paciência para provérbios e adágios. Para eles a solução pode estar no Speed Dating. Encontros rápidos, para pegar ou largar. É tão bom, não foi?

Como funciona

Em meados da década de 90, o Rabi Yaacov Devo criou uma metodologia para pôr em contacto os membros da comunidade judaica com a intenção de os casar. Eis as origens do speed dating. O primeiro teve lugar no Peter’s Café, em Beverly Hills, em 1998.

O método é simples. Começa com as mulheres desimpedidas de um lado e os homens desimpedidos de outro. Se houver 20 deles, há 20 delas, se houver 10 deles, há 10 delas. Os inscritos têm encontros em série na mesma noite, cada um com a duração de quatro minutos. Ao fim dos quatro minutos, toca a campainha (ou gongo) que indica que chegou a altura de seguir para o encontro seguinte.

Durante esses quatro minutos, são trocadas memórias e experiências, confrontados gostos, discutidos ideais e, quiçá, ideais, mas nunca contactos directos. No final, cada participante decide se há alguém, entre as várias pessoas que “entrevistou”, que gostaria de voltar a ver. Se o interesse for mútuo, a empresa propicia o contacto. No final do evento, pode ainda haver espaço para o convívio de todo o grupo.

Speed Dating à portuguesa

A Big Eventos foi pioneira no Speed Dating em Portugal. Actualmente, na agenda da empresa, constam já alguns eventos. Para já há um jantar agendado para 3 de Março no magnólia Caffé do Campo Pequeno.

Prevista para este Verão está também uma viagem a bordo do cruzeiro de Love Boat. Descubra mais informações no sítio da empresa.

A Empresa Sexta-Feira, Produção e Eventos, também organiza sessões de speed dating em Portugal. Para se inscrever nos encontros organizados por esta empresa, comece por preencher os formulário que eles disponibilizam no seu site. Só para solteiros e divorciados.

E não vale a pena driblar o sistema. As alianças tiram-se, mas deixam marca no dedo...


in:lifecooler

Exposição Dancing in the Dark

Rodrigo de Souza fotografa corpos em movimento, corpos coreografados, sincronizados ou livres, contorcidos, expostos, vulneráveis, fotografa a atmosfera que os envolve, os cenários, os palcos, as luzes, os veludos e cetins. Corpos que não parecem reais, deste nosso mundo de carne e osso. Rodrigo não capta o som mas é como se conseguíssemos ouvir a melodia por detrás da imagem, tal é a força e humanidade do seu trabalho.



O artista especializou-se em captar esses momentos nas companhias com as quais trabalhou (Ballet Gulbenkian, Companhia Nacional de Bailado, Companhia Olga Roriz, entre outras) e desta vez tira-nos o fôlego com uma exposição de fotografia, na sua maioria de coreografias da inigualável Olga Roriz. E é a ela que dedica a mostra: Intimista. Intensa e tocante. Sugestão: Acompanha-a com um bom vinho no La Moneda, inspira-te… e dança.Daniela Catulo


onde
La Moneda, Rua da Moeda, 1- C

quando
Até 23 de Março| Seg a Sáb das 10h00-2h00

quanto
Entrada Livre

in: lecool

Poesia + Música Sophia por Beatriz Batarda e Bernardo Sassetti

“A cultura é uma das formas de libertação do homem. Por isso, perante a política, a cultura deve sempre ter a possibilidade de funcionar como antipoder. E se é evidente que o Estado deve à cultura o apoio que deve à identidade de um povo, esse apoio deve ser equacionado de forma a defender a autonomia e a liberdade da cultura para que nunca a acção do Estado se transforme em dirigismo”.

A citação é de Sophia de Mello Breyner . Citação na qual o seu filho se podia ter escudado ao entrevistar o Primeiro-ministro. Outras frases da escritora serão declamadas – sob a forma de versos – pela actriz Beatriz Batarda. Bernardo Sassetti empresta-nos o seu talento e cria a atmosfera ideal para um momento que se espera emotivo.

onde
Teatro Municipal S. Luiz, Rua António Maria Cardoso, 38
Tel.213 257 661

quando
Às 17h30

quanto
5€

in: lecool

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Microsoft Surface

A Microsoft Surface apresenta uma inovadora abordagem na utilização deste tipo de conteúdos permitindo uma colaboração fácil, simples, intuitiva e com resultados operacionais imediatos.

A Microsoft Surface permite um completamente diferente contacto com os dados e a maneira de os manusear.

ver vídeo: microsoftsurface.wmv

Hóteis POD

Novo Conceito de Hotel: pequeno, confortável, com bom design e muito barato.



Actualmente pode fazer reservas de mini-quartos de hotel. O Conceito POD - Cápsula - teve origem no japão onde foram concebidos para proporcionar aos profissionais com vidas muito agitadas - beber de mais num jantar de negócios e perdeu o último comboio para casa - um lugar para algumas horas de sono.



São quartos baratos, elegantes que reúnem num espaço bastante limitado, uma grande quantidade de tecnologia.

Ver em : http://www.thepodhotel.com/#

Segunda edição da Lisboa Restaurant Week

Está a chegar! A segunda edição da Lisboa Restaurant Week vai decorrer na capital entre os dias 8 e 18 de Outubro. Se não sabe do que se trata, fique a saber que durante esta semana especial, os melhores restaurantes de Lisboa oferecem refeições gourmet por apenas 20 euros!

Após o sucesso da 1ª edição, a Lisboa Restaurant Week, que visa a promoção do acesso democrático à restauração, está de regresso à capital, oferecendo a todos o acesso à gastronomia de qualidade sob um preço convidativo.

A 2ª edição da Lisboa Restaurant Week arranca com mais de quarenta restaurantes aderentes, aumentando para cerca do dobro, o número de participantes e de restaurantes à escolha. Outra grande novidade desta edição é a utilização de produtos “Sabor do Ano”, reconhecidos pela excelência do sabor, nas criações dos chefs para o menu Restaurant Week.

Terá um preço fixo de 20 euros, com 1 euro a reverter a favor das instituições de solidariedade social apoiadas nesta edição: Ajuda de Berço e Janela Aberta.

Ver em : http://www.lisboa-restaurantweek.com/

Ser admirado não é ser invejado

Por: Francisco Costa (in http://www.webartigos.com/articles/26531/1/A-inveja-um-sentimento-mesquinho/pagina1.html)

Resumo:

O poder sobe a cabeça das pessoas, e quando estas sobem um degrau a mais na vida, esquecem que o degrau da escada não serve somente para você pisar e subir, mas, para durante a subida, equilibrar e sustentar um pé, enquanto o outro sobe mais um degrau. Aqui veremos também como o sucesso é efêmero em nossa vida e que a vaidade empobrece o ser, mesmo porque somos capazes de atingir nossos objetivos sem querer ser o centro das atenções.

No meio social em que vivemos, tornou-se muito comum as pessoas falarem em inveja; ou seja, você falar que ”as pessoas te invejam”, isto tem sido falado em conversas corriqueiras, em meios de comunicação falada e escrita como em páginas na internet, entrevistas em rádios,entre outros. Tudo bem que numa sociedade capitalista e competitiva como a atual, é verdade que a inveja está bem presente na vida de muita gente.Mas, penso que este termo está sendo mal empregado em nossa língua portuguesa, pois, as pessoas que se acham por estarem vivendo momentos de sucesso em sua vida, pensando que aquela situação vai permanecer para sempre, se julgam pensando que as pessoas querem tomar aquele lugar que é seu temporariamente.Principalmente quando recebem críticas quando fazem algo que a sociedade discorda por você ser uma pessoa pública. Pensando por este ângulo é que resolvi procurar entender melhor o conceito de inveja e o que uma pessoa possuída por este sentimento, teria com relação à outra e o que ela precisava ter ou ser para ser digna de ser invejada. A inveja no meu entender é o sentimento mais mesquinho que um ser humano pode sentir, pois, é um sentimento que leva você a sentir desgosto ou tristeza pela alegria ou o bem de outra, ou seja, é cobiça pelo bem dos outros.Falo deste sentimento apesar de desprezá-lo por saber que apesar do mal que causa a nossa alma e ao nosso coração ele existe e está muito presente em nosso meio social. O filósofo Arthur Schopenhauser afirma que “ ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima”, o que concordo plenamente com sua afirmação.Em nossas vidas temos momentos tristes e momentos alegres, momentos de desânimo e de sucesso; mas, tudo isto faz parte do nosso crescimento como ser humano ou como profissional. As pessoas bem sucedidas deveram admirá-las e não invejá-las, alguém que se sinta dominada por este sentimento deve procurar um profissional em comportamento para fazer umas terapias no sentido de melhorar sua visão de mundo e de sucesso, bem como seu comportamento, procurando ver que seu sucesso e seu crescimento pessoal, profissional ou financeiro vai depender muito da maneira como você veja e aja diante dos acontecimentos do nosso cotidiano. As pessoas que pensam que estão sendo invejadas devem mudar o pensamento no sentido de achar que estão sendo admiradas e quando receber uma crítica, pensar que aquela crítica pode ajudar você a melhorar e não considerá-las apenas como críticas destrutivas.Como ser humano devemos entender que podemos basta querer, ter coragem de enfrentar os problemas , perseverar em nossos propósitos e atitudes e não medir esforços em busca dos nossos objetivos, isto, sem precisar passar por cima de ninguém, conquistando nosso espaço ao solo.Devemos lembrar também que quando estamos em alta, algo pode acontecer e nos desestruturar a ponto de descermos um pouco do nosso patamar, isto deve nos tornar mais humilde e quando estamos em baixa devemos nos fortalecer, entendendo que logo a nossa frente o futuro está, e ele não nos pertence, pertence a Deus criador, a nós pertence o presente, e que o futuro depende de nossas ações no presente.Agora enumero alguma coisas que uma pessoa invejosa deveria admirar numa pessoa de sucesso:

1º - Que a pessoa valorize a família procure viver em harmonia, trabalhando em prol de seus filhos;

2º - Se a pessoa tem um ou mais cursos de graduação e pós-graduação em sua área de atuação;

3º - Se a pessoa é inteligente e demonstra isto, passando em concursos públicos, sempre procurando melhorar profissionalmente, com estabilidade, tornado-se um profissional de carreira;

4º - Que a pessoa conquiste sua independência financeira, possuindo no mínimo uma casa pra morar e condições econômicas para administrar;

5º - Que a pessoa não use de bajulações ou de outras formas ilícitas para crescer na vida; que antes de tudo seja você e só dê elogios a quem de fato mereça.

Estas são as principais condições que um ser humano deve ter ou viver, para ser digno de minha admiração, são condições simples, mas, que depende de muito esforço, fé e perseverança. Mas, que qualquer um pode chegar a este ponto desde que busque; quero enfatizar também que o poder político dar força e faz o homem agir de forma egoísta, se sentindo num pedestal, mas, que é passageiro, quando você pensar em abusar pensando que todo mundo deve está aos seus pés, deve lembrar que as coisas se invertem e que amanhã você pode descer para ceder espaço a outro. Você que pensa que é invejado e que as vezes se sente levado por este sentimento mesquinho, deve ler este artigo para saber o que se deve admirar num ser humano e o que deve levar uma pessoa a ser admirada, desta forma você não confundirá inveja com admiração, passando a lidar melhor com as duas situações.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

De "One Tree Hill"; William E. Henley

Invictus
"Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul."
"Da noite que me cobre,
Negra como um poço de alto abaixo,
Agradeço quaisquer deuses que existam
Pela minha alma inconquistável. Na garra cruel da circunstância
Eu não recuei nem gritei.
Sob os golpes do acaso
Minha cabeça está sangrenta, mas erecta. Além deste lugar de fúria e lágrimas
Só o eminente horror matizado,
E contudo a ameaça dos anos
Encontra e encontrar-me-á, sem temor. Não importa a estreiteza do portão,
Quão cheio de castigos o pergaminho,
Sou o dono do meu destino:
Sou o capitão da minha alma. (Trad. de Luís Eusébio)
Henley, poeta inglês nascido em 1849, teve uma vida difícil. Tuberculoso desde os 12 anos, teve a perna esquerda amputada aos 16, por causa da doença. Trabalhou para sustentar a mãe e os irmãos após a morte de seu pai e perdeu sua única filha, de 6 anos, vítima de meningite. O poema foi escrito no hospital.

A mulher segundo Paulo Coelho. Opinião de um homem:

"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o
corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma
emoção.

Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é
visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos
importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não
de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas,
cheiinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota
numa fracção de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas,
seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem,
são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas
são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não
podem tê-los.


Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a
doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquilhagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para
andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados,
melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas...
Porque razão as cobre com calças longas? Para que as confundam
connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a
natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu
reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor
sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo
magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheiinha,
simpática, tranquila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. Porque,
nunca terão uma referência objectiva, do quanto são lindas, dita por
uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem,
com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos
fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a
nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas
que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma
mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem
problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e
sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que
quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em Setembro, não
antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se
sabotei-a e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro,
tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando
tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas
de estrias não lhes tiram a beleza. São feridas de guerra, testemunhas
de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em
spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.

É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram
alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de
cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos
vivos."

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!

A beleza é tudo isto.

Paulo Coelho

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Personaliza os teus NIKE

O desafio de produzir "sob medida"

O sonho de muitas empresas de massa é atingir a personalização de seus produtos. Torná-lo real, porém, ainda é conquista de poucas.

Personalização em massa, também conhecida no jargão das empresas como customização. É um modelo de negócios que já passou por fases bem distintas.

Na década de 90, foi incensada como o passo inevitável da indústria, uma revolução do capitalismo. Finalmente, a suposta incompatibilidade entre fabricação em série e produtos com características únicas cairia por terra.

Com os primeiros fracassos, porém, a personalização transformou-se numa prática maldita -- ou indicada apenas para alguns poucos mercados. Nos últimos tempos, a idéia de produzir ou oferecer serviços sob medida parece ter entrado numa fase de maturidade. Um número crescente de empresas vem implementando programas de personalização.

Não há a euforia dos primeiros momentos.

in revista EXAME

Personaliza as tuas Nike:
http://nikeid.nike.com/nikeid/index.jsp#home

O mistério da morte de Toutankhamon foi desvendado

O jovem faraó faleceu com 19 anos de uma doença de ossos combinada com paludismo, de acordo com um estudo. As análises demonstram também que é fruto de um incesto.

Toutankhamon cuja causa da morte, há mais de 3 000 anos, permanecia um mistério tería falecido de paludismo combinado com uma infecção óssea, de acordo com um estudo publicado na Terça-feira nos Estados-Unidos. O célebre faraó faleceu muito jovem, com apenas 19 anos, e sem herdeiros, o que levou os egiptólogos em especular sobre a hipóteses de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, assim como sobre a causa da sua morte após nove anos no trono, explica Zahi Hawass, responsável das antiguidades egípcias no museu do Cairo, e principal autor deste estudo.



Os investigadores basearam-se em vários métodos nomeadamente a radiologia e análise DNA para esta investigação efectuada sobre 16 múmias onde 11 delas, incluindo a de Toutankhamon, eram aparentemente membros da família real. Estes trabalhos desenvolvidos de 2007 a 2009 tinham por objectivo determinar as ligações de parentesco das múmias e a existência de características patológicas hereditárias em Toutankhamon. ermitiu identificar o pai do faraó como sendo Akhenaton, marido da lendária rainha Nefertiti.

O filho de Akhenaton e da sua própria irmã

As duas múmias partilham várias características morfológicas únicas e até tem o mesmo grupo sanguíneo. Os autores desta investigação també identificaram que a mãe do jovem faraó, que não é Nefertiti, é a múmia KV35YL, aparentemente irmã de Akhenaton. A análise genética demonstra de facto uma consanguinidade entre os pais. O casamento entre irmão e irmã era comum no Egipto dos faraós.

«Este resultados deixam concluir que uma circulação sanguínea insuficiente dos tecidos ósseos, enfraquecendo ou destruindo uma parte do osso, combinada com o paludismo, é a causa mais provável da morte de Toutankhamon» e isso no seguimento de uma fractura na perna, redigiu Zahi Hawass cujos trabalhos foram publicados no Journal of the American Medical Association (JAMA) a 17 de Fevereiro.

Este diagnóstico pode ser concluído graças aos testes genéticos e radiográficos que revelaram uma série de malformações na família de Toutankhamon, tais como a doença de Kohler que destrói as células ósseas. O jovem faraó tinham também um pé boto. As análise de DNA evidenciaram também a presença de três genes ligados ao parasita Plasmodium falciparum responsável pelo paludismo em quatro múmias analisadas, inclusivé a de Toutankhamon.

«Bengalas e uma farmácia para o além»

«Este diagnóstico é confortado pela descoberta no seu túmulo de bengalas e de uma farmácia para o além», acrescentam os investigadores. Esta pesquisa também afastou a hipótese emitida a partir das pinturas ou estátuas da época, que Toutankhamon ou qualquer outro membro da realeza sofria de ginecomastia, desenvolvimento dos seios nos homens, ou de síndrome de Marfan, doença genética rara que podia trazer deformações físicas (desordem do tecido conjuntico caracterizada por membros anormalmente longos).

«É pouco provável que Toutankhamon ou Akhenaton tenham tido uma aparência estranha ou efeminada», concluem os autores. Relembram que os faraós faziam-se muitas vezes representar com a sua familia de forma idealizada.

Toutankhamon e os seus antepassados eram pouco conhecido até à descoberta em 1922 no Vale dos Reis pelo Britânico Howard Carter do seu túmulo intacto com um fabuloso tesouro, cuja máscara mortuária está em ouro massiço.

AFP
in figaro.fr

Homens Metrosexuais




Os homens da GERAÇÃO X são na sua generalidade metrosexuais, sendo que tem vindo a fazer parte do seu DNA.



Um metrosexual:
1) É totalmente consumidor (muitas vezes mais consumidor do que as mulheres da sua geração).
2) Sabem o significado e importância da gestão de imagem, da personalidade;
3) É auto indulgente como tradicionalmente são as mulheres.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Marilyn, clichés esquecidos

Fotos inéditas tiradas nove meses antes da sua morte surgem.

Há quarenta e cinco anos, uma ­Marilyn desconhecida, alegre e natural, dormia num vestido fino branco e óculos de sol escuros tirados de uma gaveta nova-iroquina. Uma tarde de inverno insperada, imortalizada pela máquina fotográfica de um amigo, e em seguida esquecida, como o confessou com nostalgia Len Steckler, 80 anos, antigo comercial da moda e da fotografia.



Quatro fotografias e dois trípticos representam Marilyn relaxada ao lado de Carl Sandburg, 83 anos, poeta e vencedor do prémio Pulitzer. Testemunhas de um mito ainda replandescente, a apenas nove meses antes da sua misteriosa morte, a 5 de Agosto de 1962, quando ainda tinha 36 anos, esta fotografias foram tiradas em Dezembro de 1961 no apartmento de Steckler.

Sandburg o tinha avisado da chegada iminente de um «visitante». «Horas mais tarde, ia abrir a porta e ver à minha frente Marilyn Monroe, ainda mais linda no que no ecrã. Disse-me: “Peço desculpa pelo meu atraso. Estava no cabeleireiro, a tentar ser como o Carl.” Os cabelos dele eram efectivamente quase brancos, como os dela. Como sabemos, Marilyn adorava homens com uma certa idade e intelectuais.»

Por Valérie Duponchelle (LE FIGARO)
09/02/2010 | 16h55

...pels vistos eu e a Marilyn temos algo em comum. Nã sendo eu um sexy symbol, resta-me gostar de homens de uma certa idade e intelectuais...

Restaurante Storik

Vais a descer (ou a subir) a rua, perto do Cais do Sodré, e de repente dá-te um ataque de fome. Apetece-te comer (não enfardar) coisas boas num espaço com onda e música fixe a acompanhar. Então só tens de olhar à esquerda (ou à direita) e descobrir o Storik.



É mesmo ao lado do Tony & Guy – nunca percebi se se lê gai ou gui. A decoração é trendy, mas sem ser armada em esperta. Todos são bem vindos, os que fumam e os que não. Uns ficam em cima, os outros em baixo.

No meio está mesmo a virtude, a mesinha com a mega janela – dávamos uma bela montra, não dávamos? – é top. Óptimas a sopa do dia e as saladas. Mas a especialidade são as flammes (quem não sabe o que é, tem de ir lá descobrir). Difícil é olhar para o relógio e ser tempo de ir trabalhar. Já só apetece continuar a tarde com uma garrafa de vinho


onde:
Rua do Alecrim, 30 B e C

quando:
Todos os dias

quanto:
Acessivel

in: le cool

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Paris revela Izis, um fotógrafo esquecido

A Câmara de Paris apresenta uma restrospectiva deste emigrante judeu da Lituânia que se tornou amigo de Chagall.

Rosto lindo, perfil nobre, Izis incarne com elegância todo o charme da velha Europa central qui mistura cortesia, virilidade e um certo distanciamento. Este fotógrafo discreto, escondido debaixo do pseudónimo de «Izis», que evocar a deusa egípcia, ou, então, uma mulher, é um homem ponderado quase um monstro sagrado. Com o colarinho fechado quase como um estudante de cabelos brancos, a sobrancelha farfalhuda e o olhar aguçado pela curiosidade, Chagall o ouve no seu atelier do Cais de Anjou, na mais privada ilha Saint-Louis, em 1969.

Seis anos antes, o pintor só autorizou Izis a olhar para ele a trabalhar no seu tecto da Ópera de Paris. E a fotografá-lo, tão pequeno perante a sua grande obra. Uma das duas rotundas desta exposição «Izis» brilha com o vermelho triunfante de Chagall.

Izis, pseudónimo público como um slogan e homem desconhecido. Reporter na revista francesa Paris Match eleito por esse pintor rude e conhecido por nada partilhar. Ambos lá estão para ser revividos como heróis de Cocteau debaixo do domo da sala Saint-Jean da Cãmara de Paris, numa exposição com forte cunho familiar para o grande público devido ao seus toques sinceros.

Como é possível desaparecer, corpo e alma, no barulho da celebridade? É a pergunta do esfinge que esta homenagem sensível e despida coloca a Izis, cujo o livro “Le Paris des rêves”, publicado em 1950, foi reeditado dezasseis vezes e vendido em 170000 exemplares, record que nos deixa pasmados. No entanto quem hoje no mundo da fotografia francesa, nomearia Izis antes de Doisneau, Cartier-Bresson, Lartigue ?

Distante do mundo
«Inconsolável mas alegre.» é com esta frase de « L'Hurluberlu » de Anouilh que o seu filho Manuel Bidermanas, vice-comissário anafado murmura na exposição, descrevendo o seu pai como um: «Homem angustiado, com medo do seu passado, sem dúvida desesperado, mas não amargo, capaz de de ver o que é belo, de ter o humor de palhaço da turma.»

Nascido como Izraël Biderman em 1911 na Lituânia miserável sob controlo russo (o «z» do seu nome é devido a um erro no registo civil), tornou-se Izraëlis Bidermanas com a independência, em 1918, deram-lhe como alcunha o «sonhador» na escola hebraica. E este traço de infância que mais impacta nesta abordagem de um Paris de adopção e melancólico, distante do mundo. Esta propensão à distância poética, é reencontrada nas sua fotografias vagabundas nos cais do rio Sena onde os dorminhocos se enrolam perto das colunas de amarração, como uns feridos ou anões.

Emigrante sem dinheiro em Paris, explorado como clandestino nos laboratórios fotograficos, que o deixam dormir no próprio local, sobrevivente em zona livre na altura em que a sua família lituana é chacinada pelos nazis, Izis é um herói triste à moda de Dickens. A sua inocência é finalmente recompensada. Os seus retratos dos resistentes, francos, nítidos, secretos, têm todos algo de um auto-retrato.

Valérie Duponchelle (lefigaro.fr)
27/01/2010 | Actualização : 11h40