quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Paris revela Izis, um fotógrafo esquecido

A Câmara de Paris apresenta uma restrospectiva deste emigrante judeu da Lituânia que se tornou amigo de Chagall.

Rosto lindo, perfil nobre, Izis incarne com elegância todo o charme da velha Europa central qui mistura cortesia, virilidade e um certo distanciamento. Este fotógrafo discreto, escondido debaixo do pseudónimo de «Izis», que evocar a deusa egípcia, ou, então, uma mulher, é um homem ponderado quase um monstro sagrado. Com o colarinho fechado quase como um estudante de cabelos brancos, a sobrancelha farfalhuda e o olhar aguçado pela curiosidade, Chagall o ouve no seu atelier do Cais de Anjou, na mais privada ilha Saint-Louis, em 1969.

Seis anos antes, o pintor só autorizou Izis a olhar para ele a trabalhar no seu tecto da Ópera de Paris. E a fotografá-lo, tão pequeno perante a sua grande obra. Uma das duas rotundas desta exposição «Izis» brilha com o vermelho triunfante de Chagall.

Izis, pseudónimo público como um slogan e homem desconhecido. Reporter na revista francesa Paris Match eleito por esse pintor rude e conhecido por nada partilhar. Ambos lá estão para ser revividos como heróis de Cocteau debaixo do domo da sala Saint-Jean da Cãmara de Paris, numa exposição com forte cunho familiar para o grande público devido ao seus toques sinceros.

Como é possível desaparecer, corpo e alma, no barulho da celebridade? É a pergunta do esfinge que esta homenagem sensível e despida coloca a Izis, cujo o livro “Le Paris des rêves”, publicado em 1950, foi reeditado dezasseis vezes e vendido em 170000 exemplares, record que nos deixa pasmados. No entanto quem hoje no mundo da fotografia francesa, nomearia Izis antes de Doisneau, Cartier-Bresson, Lartigue ?

Distante do mundo
«Inconsolável mas alegre.» é com esta frase de « L'Hurluberlu » de Anouilh que o seu filho Manuel Bidermanas, vice-comissário anafado murmura na exposição, descrevendo o seu pai como um: «Homem angustiado, com medo do seu passado, sem dúvida desesperado, mas não amargo, capaz de de ver o que é belo, de ter o humor de palhaço da turma.»

Nascido como Izraël Biderman em 1911 na Lituânia miserável sob controlo russo (o «z» do seu nome é devido a um erro no registo civil), tornou-se Izraëlis Bidermanas com a independência, em 1918, deram-lhe como alcunha o «sonhador» na escola hebraica. E este traço de infância que mais impacta nesta abordagem de um Paris de adopção e melancólico, distante do mundo. Esta propensão à distância poética, é reencontrada nas sua fotografias vagabundas nos cais do rio Sena onde os dorminhocos se enrolam perto das colunas de amarração, como uns feridos ou anões.

Emigrante sem dinheiro em Paris, explorado como clandestino nos laboratórios fotograficos, que o deixam dormir no próprio local, sobrevivente em zona livre na altura em que a sua família lituana é chacinada pelos nazis, Izis é um herói triste à moda de Dickens. A sua inocência é finalmente recompensada. Os seus retratos dos resistentes, francos, nítidos, secretos, têm todos algo de um auto-retrato.

Valérie Duponchelle (lefigaro.fr)
27/01/2010 | Actualização : 11h40

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Top 10: Hotels in Europe (TRIP ADVISOR)

1. Four Seasons Hotel George V Paris, Paris, France

2. The Soho Hotel, London, England

3. Welrome Hotel, Rome, Italy

4. Hotel Montecarlo Barcelona, Barcelona, Spain

5. Terralta Apartments, Benidorm, Spain

6. Al Ponte Antico Hotel, Venice, Italy

7. Best Western Atlantico, Madrid, Spain

8. Fusion Suites, Amsterdam, The Netherlands

9. Hotel Prinsenhof Bruges, Bruges, Belgium

10. The Circus Hotel, Berlin, Germany

Dez ‘gadgets’ que todos os executivos gostariam de ter

Portáteis, ‘smartphones’, mp3, sistemas de GPS ou ‘netbooks’. Todos eles fazem parte da bagagem tecnológica de um gestor. Aqui ficam algumas sugestões.

Há 30 anos o único equipamento que fazia parte do ‘kit' de um executivo era uma calculadora. Há 30 anos atrás o termo ‘gadget'- utilizado para designar um aparelho tecnológico portátil- nem sequer existia. Os tempos mudaram. O avanço das tecnologias, a elevada velocidade a que se fazem hoje as comunicações e o facto de o mundo nunca dormir levou ao aparecimento de novas ferramentas e dispositivos tecnológicos.

São cada vez mais pequenos, leves e rápidos e apresentam um número cada vez maior de funcionalidades. Os executivos são um dos mercados-alvo destes ‘gadgets'. A necessidade de estarem em permanente contacto com a empresa e com os seus clientes leva-os a procurar as ferramentas tecnológicas mais eficientes. Neste sentido, o Diário Económico dá-lhe a sugestão de 10 ‘gadgets' de cinco categorias de produtos diferentes que fazem parte da bagagem de muitos gestores de empresas. A saber: smartphones, computadores portáteis, mp3, GPS e os leitores digitais- de que é exemplo, o iPad,da Apple apresentado na semana passada.

Os aparelhos foram seleccionados tendo em conta vários critérios: uns foram escolhidos porque são modelos de referência dentro de determinada categoria de produtos. Outros porque foram considerados por estudos e/ou especialistas como os melhores na sua categoria. Alguns produtos foram também escolhidos por serem os mais completos.

Mas o que querem os executivos de um ‘gadget'? Francisco Jerónimo, ‘research manager european mobile devices' da IDC avança com algumas pistas. Os telemóveis, por exemplo, não servem apenas para falar ou enviar mensagens. "Ter acesso ao mail e à internet são funcionalidades indispensáveis actualmente", refere o especialista. "Há uma grande necessidade das pessoas em aceder a conteúdos a partir de qualquer parte do mundo", adianta. O surgimento dos ‘smartphones- telefones inteligentes que têm multiplas funcionalidade-veio dar uma maior capacidade de resposta por parte dos gestores . "Tornaram mais fácil e mais eficiente a vida das pessoas. Há uma maior flexibilidade. Hoje as pessoas não têm de estar no escritório até tarde porque podem continuar a responder a emails a partir de casa", refere o especialista da consultora IDC. Perante todas estas vantagens não admira que as taxas de crescimento em Portugal deste tipo de aparelhos sejam elevadas. Segundo os dados da consultora, 12% dos telemóveis vendidos em Portugal no ano passado foram ‘smartphones'. As estimativas apontam para que este tipo de telemóveis cresça 24% ao ano em Portugal entre 2009 e 2013. Um valor superior aos 18% estimados para a Europa. Ainda neste campo, Francisco Jerónimo considera que serão os ‘smarthpones' munidos com o sistema operativo Android, criado pela Google, os que vingarão no futuro.

Outro item que faz parte do cesto de compras de qualquer executivo são os computadores portáteis e também aqui há uma tendência: o apetite cada vez maior por mini-portáteis, os chamados netbooks.E os números são clarificadores: no ano passado em Portugal este tipo de computadores registou um crescimento de 130%, segundo dados da IDC. Por essa razão, o Diário Económico dá-lhe a sugestão de um portátil topo de gama e de um netbook de referência.

Já para quem não quer ‘perder o norte', o GPS é uma ferramenta útil para quem viaja muito. No entanto, a tendência é para que progressivamente este tipo de funcionalidades seja incorporado nos telemóveis- o que provavelmente dispensará a compra isolada deste ‘gadget'. Ao lado damos-lhe duas sugestões para quem viaja no espaço europeu: uma que pertence à marca internacional de referência neste segmento e uma sugestão nacional.

Um outro tipo de ‘gadget' que tem feito furor e enchido páginas de tinta são os e-books- os chamados leitores de livros digitais. A Apple apresentou na semana passada o iPad, um produto que vem concorrer com os ebooks que já existem no mercado. Se este tipo de gadget terá aceitação do grande público, ou não, ainda falta saber. No entanto uma tendência é certa no futuro para os gadgets: "Haverá uma cada vez maior convergência entre o telefone e o computador", assegura Francisco Jerónimo.

Smartphones
O HTC Hero foi considerado por vários especialistas com um dos ‘smartphones' mais bem conseguidos em 2009. Tem o sistema operativo Android, câmara fotográfica com 5 megapixeis, leitor de mp3 e GPS. Ointerface touch HTC Sense é considerado um dos seus pontos fortes. A Optimus foi a primeira operadora a lançá-lo em Portugal. Está disponível por 429 euros.

Blackberry
Para os trabalhadores compulsivos o BlackBerry é a marca de referência. E o modelo Bold 9700 poderá ser um dos mais indicados. A Vodafone lançou-o no mês de Janeiro por um preço que varia entre os 304 e os 424 euros. Compatível as com redes 3G em todo o mundo, tem GPS e uma câmara de 3.2MP.

Portáteis
•Sony Vaio

O um computador portátil faz parte da bagagem de todos os executivos. E se a sua preocupação é ter um aparelho com as características mais avançadas, o Sony Vaio VGN-Z51WG/B poderá ser uma opção. O preço deste ‘laptop', na Fnac, é de 2499 euros. Tem um processador Intel Core 2 Duo P9700, 6GB de memória e um disco rígido de 400 GB.

•Toshiba
Se é pertence ao grupo de profissionais que viaja muito e para quem o conforto é uma mais-valia, os netbooks são uma opção cada vez mais em voga. Neste caso, o Toshiba NB300-10D é um modelo a ter em conta. O preço, segundo a Fnac, é de 349 euros. Pesa 1,33 Kg.

GPS
Tom Tom

Para quem não quer ‘perder o norte' o modelo Go630 da TomTom poderá ser uma opção. Foi considerado num estudo da Deco, do ano passado, como um dos melhores modelos do mercado. O estudo salientou "o bom desempenho e a boas indicações vocais e gráficas. Este GPS tem ‘bluetooth'. Além disso "é fácil de utilizar.

•Ndrive
Para quem privilegia as marcas nacionais a NDrive tem disponíveis vários tipos de modelo que poderão ser adequados ao seu perfil. Para quem os mais exigentes a marca portuguesa tem o modelo NDrive Touch XXL SE, com mapa europeu. O ecrã XL evita que lhe escape qualquer detalhe. O preço indicativo pela marca é de 210 euros.

MP3
Ipod

Quando se fala de música, o iPod da Apple é um dos instrumentos de referência. E neste campo, iPod Touch 3G 32GB deverá servir os gostos mais exigentes. Com capacidade de 32 GB, consegue armazenar mais de 7.000 músicas. Tem autonomia para 30 horas. Este sistema permite escolher as músicas através do controlo por voz. O preço é de 279 euros (Fnac).

•Sony
Há semelhança do modelo anterior, o Sony MP4 NWZ-E445, não é um mp3 mas antes um mp4. Tem capacidade para 16GB e autonomia para 30 horas. Garante uma reprodução de videos de alta qualidade graças à reprodução de 30 fotogramas por segundo. O preço também é atractivo: 125 euros (na Fnac).

Leitores digitais
kindler

O Kindler da Amazon foi o primeiro ‘e-book' disponível no mercado. A marca tem lançado novas versões. No ano passado, apresentou o Kindle DX, que permite ligação sem fios à Net e pode armazenar até 3.500 livros. Pode ser comprado por 333 euros na loja online da Amazon.

•Cool-ER
Entre as várias opções de ebook já disponíveis no mercado português, o COOL-ER da CoolReaders é também uma das possibilidades. Disponível em várias cores, este aparelho dispõe de autonomia para leitura de 8.000 páginas e é compativel com os sistemas Windows , Linux e Mac. O preço indicativo é de 299 euros.


in Diário Económico

Top 10 Ideia Business For 2010

Over the holidays, we reviewed all of the smart new business ideas we covered in 2010,and selected 10 that we believe will provide entrepreneurs with plenty of opportunities in 2010. Needless to say, it was a huge challenge to pick just 10 from such a wide range of innovative concepts. We hope you'll find our selection as inspiring as we did!

1. Small-scale food production using membership models
The past year or two saw a huge increase in innovative, upscale mobile food purveyors working from trucks and selling everything from premium ice-cream to Korean BBQ tacos.

Requiring an even lower investment, the next wave could be small-scale culinary subscription services, which allow fledgling entrepreneurs to get a foothold in the food business, and create a steady income and a loyal client base for future business activities.
Milk Made » — Dulcinea »

2. Low impact advertising
Realising that green concerns are here to stay, British media agency Curb offers nothing but low-impact advertising. Its first service used rainwater to clean logos into grubby pavements, and was quickly followed by other techniques that use sand, sea water, grass, glow-in-the-dark funghi and more to broadcast their clients' messages in an earth-friendly manner.
Curb »

3. Health tracking devices
From wireless headbands that track sleep patterns to wearable gadgets that track every move, an increasing number of options is available for people who want to track their own health-related behaviour.

Recording and relaying detailed information that was previously only available through medical monitoring, most of these devices aren't yet available worldwide, which creates a host of opportunities for distributors and localized versions.
Zeo » — Fitbit » — DirectLife » — TheCarrot.com » — Bedpost »

4. Sample stores, cafes & vending machines
Sophisticated sampling—dubbed tryvertising by trendwatching.com—isn't new. On the rise, however, are dedicated spaces that facilitate sampling by a variety of brands, attracting consumers through the irresistible offer of free goods.

Following sampling stores in Spain, sampling cafes in Tokyo and sample vending machines in Belgium, we suspect this concept will spread even further in 2010.
Esloúltimo » — L CAFE » — Boobox »

5. Discreet rooftop solar panels and wind turbines
While most homeowners would in theory like to generate their own wind or solar power, many are put off not just by cost, but by the aesthetic impact of wind turbines and solar panels. Aiming to resolve that problem are smart engineers who are creating new options that blend in with their environment.

Two promising examples: rooftop wind turbines that almost disappear along the apex of a sloping roof, and solar panels shaped like traditional clay roof tiles. Plenty of opportunities here over the next decade, both in distribution and in the development of similar products.
Solé Power Tile » — Ridgeblade »

6. Rotating retail at airports and in malls
Pop-up, temporary retail is still going strong, but a new alternative has entered the game: rotating retail. Two spottings: opening soon in Glasgow Airport is Planeshop, a permanent store that brands will take over for a limited time, including changing the shop's exterior graphics to match their identity.

And in the Netherlands, BrandNew Stores aims to turn those fleeting pop-up shops into a chain concept, creating fixed spaces where brands can temporarily present themselves in a regular retail environment.
Planeshop » — BrandNew Stores »

7. Remote farming for consumers
According to Wikipedia, farm simulation game FarmVille has become the most popular game application on Facebook with 73.8 million active users in January 2010. Offering consumers a way to remotely control a patch of land that will actually provide them with an edible harvest is a new Italian start-up: Le Verdure Del Mio Orto, which lets anyone build an organic garden right from their web browser.

As the produce grows, it's picked and delivered to the customer's door within 24 hours. Weekly deliveries are part of the package.
Le Verdure Del Mio Orto »

8. Connecting creative consumers with local fabricators
A partnership between New Zealand-based Ponoko and North Carolina-based ShopBot Tools, 100kGarages is a community of workshops distributed around the world that are equipped with the digital fabrication tools needed to precisely cut, machine, drill or sculpt the components of virtually any creative project.

The network allows designers or consumers turn their ideas into physical products, and creates new business for small workshops.
100kGarages »

9. Paying consumers to promote products they use and love
As our sister-site trendwatching.com pointed out in its sellsumers briefing, selling is the new saving: a recession-induced need for cash plus an ever-growing infrastructure are fueling concepts that help ordinary consumers make money instead of spending it.

One of the easiest ways to do so is by taking on the role of marketeer for products they already use and love: from promoting concerts by their favourite bands, to helping small companies launch new products.
Hollrr » — People's Music Store » — Posse » — Looklet »

10. Single-use toilet bag turns human waste into fertilizer
While this is a numbered list, we love all of these ideas equally. So, last but not least, a potential solution to a problem that 2.6 billion people have to deal with: no access to a toilet.

Designed for use sitting, squatting or standing, the single-use, biodegradable plastic Peepoo bag is lined with a urea-coated gauze layer that disinfects all waste. Used bags are odour-free for at least 24 hours and are safe for burial underground. Within two to four weeks after use, their contents are converted to high-quality fertiliser—something that's also rare in many areas and could become a source of income and further enrichment for individuals or villages.
Peepoo bag »

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Restaurante permite sexo na casa-de-banho

Já alguma vez lhe passou pela cabeça fazer sexo na casa-de-banho de um restaurante?



Ficou constrangido com medo de ser apanhado?

Pois é, agora é possível dar largas à sua imaginação durante um jantar romântico e sem ter de levar com olhares castradores.

O único problema é que terá de viajar para Toronto, no Canadá, e fazer uma reserva no Mildred’s Temple Kitchen (http://www.templekitchen.com/), um restaurante que está a oferecer esta possibilidade no dia de S. Valentim.

Donna Dooher, uma das proprietárias do restaurante, garantiu ao diário Toronto Star que sempre teve alguns “enrolanços”. Mas, explica que está “a levar isto a um nível superior por ser o fim-de-semana de S. Valentim”.

Caso tenha ficado entusiasmado com a ideia, há pormenores que deve ficar a saber: as luzes das casas-de-banho acendem-se quando estão ocupadas, os clientes devem levar preservativos e um empregado vai andar a limpar o lugar, com relativa frequência, durante o fim-de-semana.

in jornal i, por Sara Sanz Pinto, Publicado em 05 de Fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Diferente

Um dia também seremos diferentes mas é tarde. Nessa altura as nossas empresas serão propriedade de alemães ou americanos


Todos os dias pensamos que o mundo poderia ser diferente. Em particular, desejamos que o nosso mundo seja diferente, seja o nosso país ou apenas o nosso círculo de relações. O interessante é que há sinais de que o mundo é diferente (e melhor) em vários locais da Terra.

Duas notícias bem diversas, bem distantes geograficamente e até algo afastadas no tempo dão-nos uma pálida ideia do que pode ser diferente.

Há uns dois meses - primeira notícia - na Alemanha, a associação de industriais - BDI business association - estava muito preocupada com a possibilidade de o novo governo baixar impostos. A Sra. Ângela Merkel tinha-o prometido na campanha eleitoral e presumo que, ideologicamente, será próxima da maioria dos homens de negócios alemães. No entanto, eles tornaram claro que a coligação centro-direita, baixando impostos, estava a pôr em causa a reputação da Alemanha de rigor e de prudência orçamental.

Quão longe estamos de uma Alemanha deste calibre! Quão distantes estão a maioria dos nossos empresários dos empresários alemães.

Esta notícia lembra-me uma das poucas coisas que aprendi com os marxistas. De facto, aprendi pouco com eles, porque tenho um coração empedernido ou uma mente demasiado alerta e nunca fui um deles. Mas aprendi que o último dos capitalistas venderia a corda com que os revolucionários enforcariam o penúltimo dos capitalistas. Os empresários alemães provaram que já não se lhes aplica tal lenga-lenga marxista. Mas os empresários portugueses, na sua maioria, pedem ajudas ao Estado todos os dias; e ajudas significam ou isenções de impostos ou subsídios, que não são mais do que impostos negativos. Todos os dias ouvimos empresários da construção civil (grandes em volume de negócios) e até (alguns) banqueiros a incentivarem o Governo a avançar com os grandes projectos; ou seja, para estes ainda o ditame marxista se aplica como uma luva. Os seus interesses mais imediatos e mais pessoais estão à frente da saúde económica e financeira do país.

Mas um dia, muito mais tarde, vai ser diferente.
Uma segunda notícia, que ocupa as páginas dos jornais internacionais, mostra, igualmente, que há um mundo diferente. Estou a falar da recente guerra entre a conhecida Google e o Governo da China. A Google ameaçou sair da China se as autoridades continuassem a querer impor censura nas informações disponíveis na Internet e de acesso via Google.

Os chineses, melhor as autoridades ditatoriais da China, querem que notícias sobre o que aconteceu no Tibete ou o massacre na Praça de Tiananmen não estejam acessíveis aos cidadãos chineses. Tentaram, mais ainda, entrar nos sistemas da Google e detectar conversas politicamente pouco adequadas. A Google reagiu violentamente e ameaça sair daquele mercado.

Este problema tem sido tão grave que se tornou numa questão muito embaraçante para as relações entre a administração americana e as autoridades chinesas. Apesar de tudo, o Presidente Obama e a sra. Clinton não deixaram de apoiar a empresa.
Mais uma vez temos comportamentos na área dos negócios, por parte da Google, e da política, no que diz respeito aos americanos, que mostram quão diferente o mundo é do nosso mundo. Aconteça algo de equivalente em Angola e veremos qual a reacção, tanto da empresa portuguesa como dos políticos nacionais, ao problema.

Tudo isto nos faz sentir diferentes e piores que as melhores práticas na área dos negócios, da política e do comportamento da sociedade face aos graves problemas nacionais. Um dia também seremos diferentes mas é tarde. Nessa altura as nossas empresas serão propriedade de alemães ou de americanos.

Dirão que há quem seja pior do que nós, mesmo na Europa; admito que seja verdade mas não me satisfaz. Gostaria de fazer inveja aos outros por as nossos atitudes serem, tanto nos negócios como na política, mais responsáveis e socialmente mais ambiciosas. Tudo começa e acaba em nós próprios e nas nossa exigência face aos outros.


In Público, Luís Campos e Cunha(Professor universitário), Sábado, 23 de Janeiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A Maleta Vermelha



A reunião d`A Maleta Vermelha é um projecto concebido por mulheres e para mulheres. As reuniões têm como foco a demonstração de produtos eróticos elegantes e femininos que proporcionam momentos divertidos, com toda a discrição.



Através das apresentações, na casa da anfitriã, as convidadas têm a oportunidade de conhecer os mais diversos produtos. Convide as suas amigas para uma reunião exclusiva para mulheres e mais tarde usufrua dos produtos adquiridos e surpreenda o seu parceiro.



Serviços do Cheque-Oferta
Reunião prática "A Maleta Vermelha" ao domicílio
produtos eróticos no valor de 40€ à anfitriã/aniversariante/noiva
O cheque-oferta é válido para: 7 pessoas

Contactos:
Tel.: 932036592
alexandra@amaletavermelha.com
www.amaletavermelha.com

Pó de Ser - Encontros Terapêuticos

A Pó de Ser?

Encontros Terapêuticos, desenvolve uma intervenção integrativa e holística na sociedade, privilegiando a saúde como um estado de bem-estar físico, psicológico e social.

A Pó de Ser dá-lhe a possibilidade de aprender técnicas de sedução com dois workshops, striptease e pole dance. Experimente estas sessões de boa disposição onde vai aprender os elementos básicos e essenciais, de ambas as artes, e levar para casa alguns truques mais atrevidos, para surpreender a sua cara-metade!

Liberte-se das suas inibições.

Localização:
Rua Castro Matoso n.º 28 e 28A
Aveiro
3810 - 079
Tel.: 234483360
geral@podeser.pt
www.podeser.pt

Restaurante Euphoria

Se anda com vontade de experimentar um restaurante invulgar, o Euphoria é uma boa opção!

Aqui os Clientes encontram um espaço dedicado à restauração, que alia o prazer dos sabores (Cozinha de Fusão), aos ritmos do Oriente (Danças Tribais e Dança do Ventre), ao exoterismo (Leitura das Cartas e da Sina) e à decoração (Uma decoração exuberante, onde tudo se vende).

Ou seja, o espaço prima pela originalidade, não só no conceito de restaurante,mas também na decoração, composta por objectos vindos de diferentes pontos do globo e que podem ser aqui adquiridos. A ementa vai variando, propondo pratos da cozinha portuguesa com inspiração de autor.

Antigamente abertos em Cascais, reabrem no Chiado no próximo dia 12 de Fevereiro, bem a tempo de celebrar o Dia dos Namorados.

O conceito e preços mantêm-se inalterados e estamos presentes na:
Calçada do Duque, 57-59,
[Junto ao Largo Trindade Coelho, bem acima da Cervejaria Trindade e na lateral da Sta. Casa da Misericórdia]
Telefone de contacto - 21 486 21 36

A reserva é obrigatória.

Entndendo o Inimigo

O inimigo externo
O leitor Murali, um indiano, conta a história de uma garota, que resolveu subir até o alto de uma montanha para visitar sua avó. Chovia a cântaros, o vento frio soprava, e trovões pipocavam a cada segundo.

Quando já estava quase chegando ao seu destino, sentiu algo roçando seus pés. Ao olhar para baixo, viu que era uma cobra.

- Eu estou quase morrendo - disse a serpente. – Está muito frio não há comida nesta montanha, por favor, me proteja! Coloque-me debaixo do seu casaco, salve minha vida, e eu serei sua melhor amiga.

Apesar da tempestade, a menina parou e começou a refletir. Olhou a pele dourada e verde da serpente, e disse para si mesmo que jamais tinha visto algo tão belo. Pensou o quanto deixaria com inveja os seus amigos de classe, ao aparecer com uma cobra que a defenderia de tudo. Finalmente disse:
- Está bem. Eu vou salvá-la, porque todos os seres vivos merecem carinho.
A cobra ficou amiga da menina, serviu para assustar as pessoas agressivas no colégio, fez companhia nos dias solitários. Até que uma noite, quando ela estava fazendo suas lições de casa, sentiu uma dor aguda no pé direito. Ao olhar para baixo, viu que a cobra a havia mordido.

- você é venenosa! – gritou. – Vou morrer logo!
A cobra não disse nada.
- Como você fez isso comigo? Eu salvei sua vida!
- Aquele dia, quando você se abaixou para me salvar, sabia que eu era uma cobra, não sabia?
E, lentamente, rastejou para fora.

O inimigo interno
Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
- O que o preocupa? – quis saber.
- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar, e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo. Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada tem de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio.

“Enfim: posso dizer sem qualquer medo que apesar de tudo que fiz, não consegui encontrar a paz que buscava. Transformei-me em meu pior inimigo”.
Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem, e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.

Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar, e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.

Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.
“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.

in Warrior of The Light [autor@paulocoelho.com.br]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

FOAM CHAIR from around 1970 by sculptor ' LOUIS DUROT '

O original da cadeira FOAM, desenhada, em 1970, pelo famoso escultor francês, Louis Durot, a cadeira FOAM, encontra-se à venda pelo preço de 3.800,00€



S E L L E R
koen steen

Kuringersteenweg 168
Hasselt, 3500
Belgium
+32 497 239 861
website: http://www.koensteen.be/

A B O U T T H E S E L L E R
Since more than 20 years Koen Steen creates and decorates exclusive interiors with his own specific style.
During those years he collected a lot of design furniture and started his own online gallery devoted to his passion for 20th Century furniture.

in http://www.designaddict.com/design_radar/index.cfm/fuseaction/design_radar_one/radar/3635/FOAM_CHAIR_from_around_1970_sculptor_LOUIS_DUROT_/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Manolo Blahnik

O estilista espanhol Manolo Blahnik é dono de uma das mais proeminentes marcas de sapatos femininos.



“Um belo par de Manolos é melhor que sexo”, disse Madonna. “Claro, dura muito mais”, completou Blahnik. Sarah Jessica Parker era uma “viciada em Manolo” no seriado Sex and the City, onde interpreta a protagonista Carrie Bradshaw. Na vida real, se tornou sua melhor garota-propaganda. Diana Vreeland e Lady Di não viviam sem os seus; Bianca Jagger e Jerry Hall descobriram que tinham mais uma paixão em comum.

As sandálias e os sapatos mais cobiçados do momento são frisson, fetiche, sonho de consumo e símbolo máximo do mundo fashion. Manolo Blahnik é um artesão com olhar impecável para os detalhes tratando o pé como um objeto do desejo, que deve ser revelado e valorizado ao mesmo tempo. Seus croquis são tão coloridos e esfuziantes quanto os saltos que correm nos pés mais bem vestidos do mundo. Um ícone que tem, literalmente, todas as mulheres aos seus pés. Afinal, Manolo Blahnik não tem apenas uma clientela fiel, tem seguidoras.

A história
O estilista, filho de mãe espanhola e pai tcheco, nasceu em Santa Cruz de La Palma nas Ilhas Canárias no dia 27 de novembro de 1942 e foi criado em uma plantação de banana pertencente a seus pais. Graduou-se na Universidade de Genebra na Suíça com a licenciatura em literatura em 1965 e foi para uma escola de arte em Paris. Mudou-se para Londres em 1970 onde trabalhou como fotógrafo para o jornal local Sunday Times e imediatamente mergulhou no mundo da moda.





O sucesso começou no ano seguinte quando ao encontrar-se, em uma visita a Nova York, com Diana Vreeland, então poderosa editora da revista Vogue norte-americana, mostrou-lhe, entre outros, alguns esboços de calçados, nada mais do que um hobby, na ocasião. Com sua fina percepção do que era talento e qualidade, a editora perguntou-lhe se podia fabricá-los. Começava então uma carreira rumo ao sucesso. Ao retornar para Londres começou a fazer sapatos para a loja Zapata. Uma curiosidade: o estilista começou sua fantástica trajetória desenhando sapatos masculinos na Inglaterra, mas redirecionou sua carreira por achar que a sapataria masculina era muito limitada.

Sua primeira aparição no mundo da moda foi em um desfile do estilista britânico Ossie Clark, em 1971. Os sapatos, com tiras de camurça verde e falsas cerejas, eram maravilhosos, mas os saltos, com cerca de 12 centímetros de altura, feitos de borracha, não eram, e entortavam nos pés das modelos. Entre elas estavam Bianca Jagger e Marisa Berenson, que apesar do problema, adoraram a novidade. Mas é claro que Blahnik percebeu que precisava aprender muito sobre sapatos, e foi estudar o assunto com um profissional.

Em 1973 comprou a loja, localizada na Rua Old Church, região de Chelsea em Londres, com US$ 4.000 provenientes de um empréstimo. O sucesso veio rapidamente e logo passou a ter clientes fiéis desde celebridades do cinema e televisão à realeza. No ano seguinte tornou-se o primeiro homem a aparecer na capa da edição britânica da Vogue. Seu talento conquistou clientes como Jacqueline Kennedy e a princesa Diana.

Em 1978 ingressou no mercado americano criando uma coleção para a famosa loja de departamento Blommingdale’s, inaugurando, no ano seguinte, sua loja na Madison Avenue em Nova York. Na década de 80 criou sapatos para as coleções de Calvin Klein. A década de 90 começou com a inauguração de uma loja em Hong Kong.

Nos anos seguintes o estilista foi responsável, em 1997, pela criação da coleção dos sapatos da marca Christian Dior. No início de 2003, os espetaculares sapatos do estilista foram o centro de uma exposição realizada no Museu do Design, em Londres, e também tema do livro Manolo Blahnik Drawings, escrito pelo jornalista de moda Colin McDowell. O que era um sonho de consumo exclusivamente feminino agora não é mais, afinal, no começo de 2008 o estilista lançou sua pequena coleção de sapatos masculinos.

As obras de arte
Objetos de desejo e fetiche de 10 entre 10 mulheres antenadas do mundo todo, os calçados de MANOLO BLAHNIK abusam de “ingredientes” como plumas, lantejoulas, laços, anéis, correntes, fitas, coral, renda, pele de crocodilo e avestruz, entre muitos outros. O estilista participa de todas as fases da elaboração do produto. Desde os primeiros croquis até a criação das campanhas publicitárias em que geralmente usa seus próprios desenhos.

Tudo começa com ele mesmo, que desenha cada modelo, e depois o esculpe em madeira. A seguir, escolhe os materiais adequados a cada um e supervisiona todo o trabalho de fabricação. Suas criações, para muitos especialistas, são tanto moda quanto arte, por suas concepções ousadas e incomuns, pelas cores e materiais que utiliza, pelo acabamento impecável que dá a cada peça.



O preço de suas pequenas peças de arte varia entre 300 e 5 mil libras (cerca de R$ 30 mil). Carinhosamente, ele chama suas criações de “meus sapatos estúpidos”, e tem, entre eles, os seus preferidos: o mais elegante é um modelo de cetim, para noivas; o mais estranho é inspirado numa bota Timberland, mas com salto de 8 centímetros; e o mais subversivo, jamais foi fabricado - em aço, alumínio e titânio, poderia machucar a mão de alguém no processo de produção. A cada coleção são lançados 250 modelos, produzidos em quatro pequenas fábricas nas cidades de Milão na Itália.

O começo da fama
Foi Bianca Jagger que faria com que o estilista começasse a ficar conhecido: ela usou uma de suas criações para uma noitada no Studio 54, a discoteca mais famosa de Nova York e do mundo, na época, e na qual entrou montada a cavalo. Impossível não notar o que usava nos pés, mas mesmo assim os calçados do espanhol continuaram ainda por algum tempo como uma espécie de segredo, conhecido apenas por modelos e estilistas. Até o dia que foi citado em uma famosa série da televisão inglesa.

Tratava-se de Absolutely Faboulous, um corrosivo, irônico e irresistível retrato do mundo da moda e seus afins, sucesso mundial nos anos 80 e 90. A personagem principal da série, e igualmente sua autora, Jennifer Saunders, representavam o papel de uma perfeita vítima da moda, a quem nada impedia, nem seu físico um pouco avantajado, nem qualquer mínima dose de bom senso, de cobrir-se de grifes da cabeça aos pés, com os resultados desastrosos e cômicos que se possa imaginar. Ao citar Manolo Blahnik em um dos episódios de AbFab, como a série ficou conhecida, Saunders, na pele de Edwina, uma promotora de eventos de moda, lançava-o definitivamente para a fama.

Dados corporativos
● Origem: Inglaterra
● Fundação: 1973
● Fundador: Manolo Blahnik
● Sede mundial: Londres, Inglaterra
● Proprietário da marca: Manolo Blahnik
● Capital aberto: Não
● Presidente: George Malkemus (Estados Unidos)
● Estilista: Manolo Blahnik
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 20
● Presença global: + 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 400
● Segmento: Calçados
● Principais produtos: Sapatos femininos
● Ícones: Seus sapatos incomuns
● Website: www.manoloblahnik.com
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A marca no mundo
Os cobiçados produtos MANOLO BLAHNIK são encontrados nas melhores lojas de departamento do mundo como Neiman Marcus, Bergdorf Goodman, Barneys New York, Saks Fifth Avenue e Bloomingdale’s, além de lojas especializadas e em 20 lojas próprias da marca espalhadas por países como Estados Unidos (Nova York e Las Vegas), Inglaterra, Hong Kong, Coréia do Sul, Cingapura, Rússia, Espanha, Turquia, Kuwait e Dubai. Anualmente a marca vende cerca de 100 mil pares de sapatos no mundo todo.


in [http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/09/manolo-blahnik-com-o-mundo-seus-ps.html]

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

The Latest Computer Design by Vaio - A Science of the Time Top 15 Trends

Eno Setiawan of Yanko é o responsável pelo Design do novo Sony Vaio Zoom.

Sendo 100%holográfico, quando desligado o monitor transforma-se num espelho e o teclado num prato de cerâmica achatado.



by Patricia Mereilles in Media And Entertainment - see more in www.scienceofthetime.com

PRADA: O Génio Por Detrás da Marca

Hoje em dia, ela é considerada a papisa da moda.



Miuccia Prada nasceu no dia 10 de maio de 1949 em Milão, berço da moda italiana. Formada em ciências políticas e ex-militante do Partido Comunista Italiano, em sua juventude, participou de movimentos estudantis e quis trazer para suas coleções uma mulher inteligente, bem informada, ousada e inovadora, bem diferente do estilo feminino e sensual pregado pelos seus conterrâneos.

Ela assumiu a empresa aos 28 anos, ocupando o lugar da mãe, a contragosto. Porém, logo em seu primeiro desfile de prêt-à-porter, causou impacto e ganhou importância. Tímida, avessa a entrevistas, festas e eventos, representa, na moda, a intérprete de seu tempo, uma verdadeira antena parabólica de vontades. Mais que isso: ela antecipa vontades, lançando em seus desfiles em Milão uma moda que ainda nem sabíamos que queríamos. Munida desse talento, transformou a PRADA, uma centenária marca italiana de bagagens (herança do avô), na mais copiada grife de moda do planeta, presente nas vitrines pop dos bairros chiques em pontos tão distantes quanto o Harajuku, em Tóquio, e o SoHo, em Nova York.

Das profundezas do universo da moda, como uma sacerdotisa que fala por enigmas, Miuccia Prada comanda o espetáculo. A italiana é a única estilista que consta na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo.





Dados corporativos
Origem: Itália
Fundação: 1913
Fundador: Mario Prada
Sede mundial: Milão
Proprietário da marca: Prada Holding N.V.
Capital aberto: Não
CEO: Patrizio Bertelli
CFO: Donatello Galli
Estilista: Miuccia Prada
Faturamento: €1.65 bilhões (estimado)
Lucro: €98.8 milhões (estimado)
Valor da marca: 3.53 bilhões (2009)
Lojas: 310
Presença global: 65 países
Presença no Brasil: Sim
Maiores mercados: Itália e Estados Unidos
Funcionários: 7.500
Segmento: Roupas e acessórios
● Principais produtos: Bolsas, roupas luxuosas, sapatos, perfumes
Outros negócios: A marca MIU MIU e PRADA SPORT
Ícones: Miuccia Prada
Website: www.prada.com
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O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca PRADA está avaliada em US$ 3.53 bilhões, ocupando a posição de número 87 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no mundo
A PRADA possui 310 lojas (incluindo a marca Miu-Miu) nas cidades mais importantes e cosmopolitas de 65 países ao redor do mundo. Objectos em couro e calçados respondem por uma fatia de 65% do total de vendas e prêt-á-porter por 34%. Geograficamente, a Itália sozinha responde por 27% dos rendimentos, o restante da Europa por 27%, Ásia-Pacífico por 25% e Estados Unidos por 21%.

in http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/06/prada-simplismente-luxo.html

Binishells: Verde, Rápido, Forte e Mais Barato

Binishells, é das construções mais inovadoras dos últimos tempos. São fáceis de implementar, resistentes e flexíveis o suficiente para suportar diferentes estruturas, quer e termos de dimensão, quer em termos de formato.





Binishells podem ser usados para fins residenciais, escolares, passando pelos complexos desportivos, zonas comerciais, abrigos de emergência e uma infinidade de outras tipologias de construções.



Binishells são:
Verdes - Redução de produções de carbono em cerca de 80%;
Rápidos - Redução do tempo de construção em 65% a 75%;
Fortes - Capazes de resistir a furacões,sismos e até tsunamis;
Flexíveis - assumem uma infinita variedade de formas, com fins e propósitos vários
Barato - Redução dos custos de construção em cerca de 50%, média.







A construção de residências, constitui um dos maiores desafios dos arquitectos e politicos da actualidadade. A revista Surface seleccionou um protótipo da Binishells para o seu showcase home, estando planeada a sua construção no primeiro trimestre de 2010, no deserto do Sudoeste Californiano.


Binishells são ideias para a construção de Eco Resorts, assim como pode ser usado em projectos de grande escala. Efectivamente, este tipo de estrutura pode ser utilizada



Ver mais [http://www.treehugger.com/files/2009/04/the-binishell-is-back.php]