terça-feira, 21 de junho de 2011

Para partilhar as fotografias...Parrot Dia by NoDesign



The DIA Parrot by nodesign is a white rectangle, very simple, with tactile buttons and a trackball to surf in the menu of the frame.

What is striking is its 10x4 inch high resolution screen, that seems to be somewhat dismantled, deconstructed, disconnected from the frame as if there was nothing behind.

DIA uses the Google Android operating system and the two USB ports enable connection a keyboard and a mouse to the frame, while the Wi-Fi and Bluetooth connections can be used in order to transfer photos from almost any digital devices, such as PCs, Macs and mobile phones.

Furthermore, the POP3 and IMAP e-mail client enables an e-mail address on the DIA in order to send it photos, while sharing photos is also possible via dedicated websites (Picasa, Flickr).

Naturally, beside these wireless connectivity options, the DIA also sports a slot for SD cards and an USB port that allow users to boost the amount of memory available for storing photos.

Since it runs the Google Android OS, the digital frame also supports certain interesting applications, such as Holidays 2.0 by Parrot (used for viewing spectacular photos from all over the world), "Mover Lite" from Infinite Labs that lets users select pictures and send them to the frame by simply sliding their finger on the iPhone screen, and FrameChannel, that is installed on the frame to receive information (weather forecast, economic or financial news, road traffic, sport scores, Facebook...) via RSS feeds.

"I have my own idea of the function of the photo frame, and what motivates me in what I do is to create objects with high technology. I am looking for designers who have very personal ideas. I am not interested in design to rearrange a shape. I am looking for an expression, like a gesture, a movement," explains Henri Seydoux, founder and CEO of Parrot.

Of course, such a special digital photo frame comes at a price to match, because the DIA will sell for around 500 US dollars and its officially available since January 2011.

O Grande Bazar Ferroviário/The Great Railway Bazaar




O Grande Bazar Ferroviário é a narrativa que Paul Theroux faz da sua épica viagem pelos caminhos-de-ferro da Ásia. Repleta de evocativos nomes de comboios lendários - o Expresso do Oriente, o Correio de Khaibar para o Entroncamento de Lahore, o Correio de Deli proveniente de Jaipur, ou o Expresso Transiberiano, entre outros -, descreve os muitos lugares, culturas e paisagens por onde passou e as pessoas fascinantes que conheceu. De farrapos de tagarelice a monólogos ocasionais, passando por envolventes conversas com outros passageiros - como com Molesworth, um agente de actores britânico, ou Sadik, um ricaço turco -, este é um maravilhoso relato das alegrias românticas das viagens ferroviárias.

The Review
This book covers a journey which takes the author by train from London to Japan, returning via the Trans-Siberian, all on the railway, bar a few necessary flights, buses and ships. As with other Theroux travelogues, it is his fellow passengers and the trains that come under the most scrutiny. On the one hand, these passengers offer an insight into their own culture, but sometimes personality clashes or a lack of a common language causes frustration on all sides.

Of his travelling companions, I particularly enjoyed reading about Mr. Bernard in Burma, his views and recollections of the Royal Artillery he worked for. In a kind of travel snobbery, much of Theroux's disdain is reserved for other foreigners, especially his compatriots. I did, however, smirk at his interchange with an American Buddhist monk looking for water, but instead finding the author intent on reminding him of his US roots.

What is strange, and rather sad, is that 35 years have passed since his journey and the world is a very different place. Vietnam is no longer at war, indeed it has been open to tourists for many years now. Other countries are all but closed off to travellers now, like Iran and Burma. The legacy of war and Empire is also visible, such as the shot-up carriages in Vietnam, the Victorian houses in Simla, the prevalence of English and British ways in the Subcontinent. It can also be seen in the people, the Eurasians he meets, such as Tony who works for the railway in Burma, or the unwanted children of G.I.s in Vietnam which women try to thrust upon the author, or the British Indian in Pakistan, caught between two cultures, feeling out of place in the U.K., where he was born and brought up, yet equally not quite a local in his adopted country.

The topic of sex is prevalent, as to be expected, the lack f it, the selling of it, tales of exotic sex acts, as well as different attitudes towards it. The candid conversations with the Japanese professor near the end were, for want of a better word, enlightening.

Like Theroux, I love travelling by train, indeed I read the book and am writing this review on a train. This means his travel books appeal to me, from the descriptions of the run-down Orient Express, the faded grandeur of the '20s train to Simla right through to Japan's bullet trains are like manna from heaven. I am reminded of my own trips, of my own experiences of dodgy carriage mates, making the book that much more identifiable with, and thus, more entertaining. I have mixed feelings on reading Theroux, whilst he can be terribly entertaining, he is rather a miserable git.

If you enjoy travelling by train, meeting random people, conversations on everything and nothing, this is the book for you. If you are looking for a travelogue with a view to visiting these places, this isn't for you

Bamako aqui ao lado

Para quem nunca teve o prazer de sentir o ambiente de Bamako...por favor!!!
Tive oportunidade, apesar, mas em Portugal de ter "uma pequena janela" do ambiente contangiante que os sons do Mali podem fazer...
Se de música destas zonas nada ouviram experimentem: Ali Farka, talvez o mais famoso...pelo menos mais conhecido pelas suas incursões nas bandas sonoras de imensos filmes. Recomendo, igualmente, Amadou & Mariam, Salif Keita e Bako Dagno.

Isto a propósito de:

"O Mali, mais concretamente a sua capital, Bamako, estará, a partir de 5 de Junho, mais próximo dos portugueses, graças às três frequências semanais da TAP (www.flytap.com), que este mês também inicia novos voos para Miami, Porto Alegre, Dubrovnik e Atenas. A operação será efectuada em aviões A320, com saída de Lisboa às quartas, sextas e domingos, pelas 22h00, e chegada a Bamako às 01h10. O regresso realiza-se às segundas, quintas e sábados, partindo do Mali às 02h00 e aterrando em Lisboa às 07h05. Refira-se que Bamako é Património da Humanidade e uma das cidades em maior crescimento no continente africano,"


In "Rotas & Destinos"

Lisboa By Scooter

Visitar Lisboa de carro não é crime, mas pode ser uma loucura, e para aqueles que também não têm muita paciência para andar a pé, alugar uma scooter pode ser a solução.

Ainda não é uma prática tão comum como em outras cidades, mas está a ganhar adeptos a grande velocidade.

A Scootersolution (www.scootersolution.com.pt), empresa de dois jovens que, depois de uma viagem a Itália, se apaixonaram por este meio de transporte, é uma boa forma de começar. Está no Chiado e tem à disposição scooters de 50 cc a 125 cc. Os quilómetros são ilimitados e o aluguer custa de €25 a €35 por dia.

In "Rotas & Destinos"

terça-feira, 14 de junho de 2011

MILONGA NO MIRADOURO PORTAS DO SOL

Milonga é um estilo de música tradicional em várias partes da América Latina e na Espanha. Deriva da habanera e da guajira cubana e flamenca, assim como o tango. É o ritmo nacional da Argentina, do Uruguay e do Rio Grande do Sul. É também conhecido por Molonga.

A milonga originou-se de uma forma de canto e dança da Andaluzia, Espanha, que, nos fins do século XIX, popularizou-se nos subúrbios de Montevidéu e Buenos Aires, nascendo assim o tango. Há versões que atribuem origem africana, tanto que defendem que o termo milonga signifaria "palavras" em Bantu.

Também são chamados milongas os bailes onde se dança o Tango e, por extensão, aos locais onde esses bailes se realizam. Tradicionalmente, numa milonga baila-se o Tango, a milonga e o vals cruzado, ou vals argentino (uma variante da valsa Vienense). Outros ritmos típicos que se podem encontrar numa milonga, são chacarera e a zamba.

É a música pela qual, seus cantores sul-americanos expressão suas emoções, geralmente de amor, juntamente com o chamamé.



Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
MILONGA NO MIRADOURO PORTAS DO SOL durante o eclipse lunar!
(21h30 às 24h)

ver: http://tangonarua.blogspot.com/2011/05/milongas-tnr-em-junho.html

Últimas fotografias de Marilyn Monroe expostas em Cascais

"Apanhar Marilyn Monroe sozinha num quarto, sem mais ninguém por ali, e tirar-lhe a roupa toda.

"Não nós, mas Bert Stern, fotógrafo americano. E conseguiu. Em 1962, ano em que a diva morreu de uma overdose de barbitúricos. Stern foi o último homem a fotografá-la. Foram precisas várias garrafas de champanhe Dom Perignon de 1953, muita paciência, três dias e três noites de trabalho para que Marilyn se despisse na suite 261 do Hotel Bel-Air, em Los Angeles. Ao todo, o fotógrafo captou 2571 imagens da actriz. Desses milhares, Stern escolheu 60 para uma exposição: "Marilyn Monroe - A última sessão", inaugurada em 2006 em Paris e que dia 5 de Junho vai estar aberta ao público no Centro Cultural de Cascais, numa iniciativa da Fundação D. Luís I. A exposição, patente até 17 de Julho, já esteve em Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Seul e Londres.

Os negativos da maioria das imagens ficaram guardados a sete chaves pelo fotógrafo - com excepção das utilizadas pela revista "Vogue", que patrocinou a sessão - que só as revelou ao mundo em 1982, 20 anos mais tarde. Segundo Salvato teles de Menezes, administrador Delegado da Fundação D. Luís I, que viu a exposição em Paris e nunca mais a esqueceu, "o que distingue estas fotografias de todas as outras que foram tiradas à actriz, é que nestas há já naquele rosto marcas de uma infelicidade que não é recente". "Nestas fotografias, Marilyn exibe-se ainda mais do que no célebre calendário [de 1949 com fotos de Tom Kelley] e essas marcas tornam-se mais fortes, mais evidentes", continua Salvato.

A acompanhar a exposição há um catálogo com as 60 imagens e com um texto do próprio fotógrafo que acompanha as fotografias e que descreve toda a sessão.

A sessão
Diz Bert Stern que o desejo de a fotografar "tinha começado há muito tempo". No entanto, foi preciso criar confiança e respeito por si próprio, profissionalmente, antes de se aventurar numa sessão com Marilyn. Pediu à assistente que ligasse para a agente de Monroe, para que ela pousasse para ele, para sair na Vogue. O sim - de Marilyn e da "Vogue", que nunca tinha publicado fotos da diva - chegou rapidamente.

A única condição da actriz era que a sessão fosse feita em Los Angeles. E assim foi. Com cinco horas de atraso, uma das manias da actriz, Marilyn apareceu no hotel Bel-Air, pronta para ser fotografada.

Bert Stern, nasceu em 1929 em Brooklyn. Começou por ser moço de recados numa revista. Passou por algumas publicações, foi enviado para o Japão durante a Guerra da Coreia e tornou-se num dos fotógrafos mais bem pagos do mundo com a campanha que fez para a Smirnoff, a marca de vodka.

A diva
Não se espante se der por si a admirar as fotografias de Stern e a parar no estômago descoberto de Marilyn, de sobrolho franzido. É só uma cicatriz, de uma remoção da vesícula que a actriz tinha feito seis semanas antes da sessão. A promessa de que seria retocada perdeu-se com o tempo e a verdade é que a ideia de Stern era fotografá-la "em estado puro". Muitas das fotografias foram, inclusivamente, tiradas sem maquilhagem, apenas batom e sombra dos olhos. Marilyn não precisava de artefactos.

Norma Jeane Mortenson, rapidamente rebaptizada pela mãe como Norma Jeane Baker, faria este ano 85 anos.

Teve uma infância difícil, feita de sucessivas casas de acolhimento, misturada com episódios traumatizantes protagonizados pela sua mãe que sofria de graves distúrbios psicológicos.

Marilyn foi casada três vezes, e três vezes se divorciou, com James Dougherty, Joe DiMaggio e Arthur Miller. Teve uma longa lista de amantes e de psicólogos. Foi encontrada morta, aos 36 anos, pelo seu último psiquiatra, no dia 5 de Agosto de 1962. A causa provável terá sido suicídio, mas há outras teorias.



As fotografias de Bert Stern, o último homem a fotografá-la, uns dias antes da morte da actriz, vão estar em Cascais a partir de dia 5. O livro com as imagens sai dia 3.

por Diana Garrido

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Estivémos ausentes...mas vamos voltar

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Some Time pieces....

Diver



Playing on contrasting materials and designs, the Ocean diver is equipped with a 44mm rose or white gold and Zalium case featuring an automatic chronograph movement. Diameter of the case: 44mm Movement: automatic Left: 18K rose gold and Zalium Reference: 410/MCA44RZC.A Right: 18K white gold and Zalium Reference: 400/MCA44WZL.K

Talk to Me, Harry Winston® 5th dial



Sculptural and elegant, the sophisticated oval-shaped case is slightly contoured to comfortably fit a woman’s wrist. Set with rays of dazzling Winston® diamonds, the case captures a modern look of scintillating sophistication. Lending a fanciful touch, the case features a novel wheel engraved with “Talk to Me, Harry Winston™.” Inspired by our founder’s lucky touchstones, the playful wheel is detailed with delicate diamonds. Diameter of the case: 40 x 33mm Movement: quartz Material: white gold Carats: 344 brilliant cut diamonds, 3.1 carats Reference: 811/LQWL.M5/D01

Uma Quinta Caseira..e biológica



Designed by Philips and presented at the Dutch Pavilion during the World Expo 2010. ‘This Biosphere Home Farm contains fish, crustaceans, algae, plants and other mini-ecosystems, all interdependent and in balance with each other. Making families all over the world at least partly self-sufficient in this way has obvious appeal.’

by Ingeborg Bruinewoud from Utrecht, the Netherlands in Food on Wednesday 22 December 2010 in Science of The Time

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

..e o calendário




Robert Mapplethorpe (Nova York, 4 de novembro de 1946 – Boston, 9 de março de 1989) foi um fotógrafo norte-americano, célebre por suas fotografias branco e negro de grande formato, especialmente flores e nus. O conteúdo sexual de alguns de seus trabalhos, qualificados de pornografía, gerou mais de uma polémica durante sua carreira. (...) Seus temas habituais incluíam as flores, especialmente orquídeas e lírios de água; retratos de celebridades, entre os quais se contam o artista Andy Warhol, a cantora e actriz Deborah Harry, Richard Gere, Peter Gabriel, Grace Jones e Patti Smith (um retrato de Patti Smith de 1986 recorda o autorretrato de Albrecht Dürer de 1500); o homoerotismo e os actos de BDSM (bondage e sadomasoquismo), incluída a coprofagia), e nus de reminiscências clássicas.
A polémica em torno de sua arte não foi casual. Mapplethorpe procurou a presença de temática homossexual, utilizou como modelos a actores do cinema pornográfico e elementos da cultura sado-masoquista de forma intencional, temas controvertidos que com o tempo foram utilizados como símbolos da cultura LGBT em sua luta pela igualdade e o reconhecimento.

Para um natal realmente molhado...




Tu, Meu
de Erri de Luca
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 120
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722522007
Colecção: Ficção Contemporânea


É um Verão brusco na idade jovem em que se aprende o mundo à pressa. Numa ilha de Tirreno, em meados dos anos cinquenta, um jovem apaixona-se por uma mulher de nome difícil e descobre a febre de responder. Aqui conta-se uma resposta, uma certeza, decisiva como um lugar de nascimento.
Tu, Meu de Erri de Luca

Críticas de imprensa
«Tu, Meu é uma história de transposição da chamada “linha de sombra”, centrada na passagem dos privilégios da adolescência para a rudeza da idade adulta. Para lá das ilusões da juventude, abre-se o campo da aventura da existência; e é com dor, com sofrimento, que cada adolescente descobre que esta aventura não poderá nunca ser codificada no esquema das consolações juvenis»
Enzo Siciliano

«Um dos marcos da literatura italiana.»
Focus

«O nome mais significativo da actual literatura italiana.»
Revista Ler





Somos o Esquecimento que Seremos
de Hector Abad Faciolince
A biografia amorosa de um pai excepcional. As recordações de família. Um livro de grande coragem.
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 336
Editor: Livros Quetzal
ISBN: 9789725647691
Colecção: Americas

Reconstrução amorosa e paciente de uma personagem: a do médico Hector Abad Gómez que dedicou a sua vida - até ao dia em que foi assassinado em pleno centro de Medellín - à defesa da igualdade social e dos direitos humanos. É um livro cheio de sorrisos que canta o prazer de viver, mas também mostra a tristeza e a raiva causadas pela morte de um ser excepcional. Conjurar a figura de um pai é um desafio que percorre consagradas páginas da história e da literatura. Quem não se lembra das obras de Kafka, Philip Roth, Martin Amis ou V. S. Naipul? A partir de agora também será difícil esquecer este livro escrito com coragem e ternura.
Somos o Esquecimento que Seremos de Hector Abad Faciolince

...e mais livros ainda




Maio de 68 Paris - França
O terramoto social explicado àqueles que não o viveram
de Patrick Rotman
Edição/reimpressão: 2009
Editor: Guimarães Editores
ISBN: 9789726655527


Maio de 68: uma revolução? Uma crise de civilização? Que aconteceu afinal? De onde saiu? Que consequências teve na sociedade francesa? Este livro é uma espécie de narração analítica, que tem a ambição de descrever os «acontecimentos» e de os comentar ao mesmo tempo. Maio de 68 não foram dez semanas mas sim dez anos que mudaram a sociedade francesa. É o epicentro de um sismo social e cultural que começou em meados dos anos 60 e se prolongou até finais dos anos 70. É essa grande mudança que o livro avalia.
Maio de 68 Paris - França de Patrick Rotman



1 Km de Cada Vez
de Gonçalo Cadilhe
Os encontros, as leituras, os lugares mais recentes de um viajante singular.
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 186
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895554867

Não há maior liberdade do que viajar ao sabor do tempo.

Neste novo livro de textos inéditos, o viajante apresenta ao leitor as suas impressões sobre as suas mais recentes andanças. Durante quinze meses, andou sem pressas e sem datas por destinos tão fabulosos e longínquos como as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia.

E, de terra em terra, entre um abraço e uma despedida, Gonçalo Cadilhe partilha com o leitor os encontros, os lugares, as leituras, os contratempos e as alegrias de uma viagem em slow-motion pelas estradas de um planeta sem segredos para o viajante mais determinado da actualidade.
1 Km de Cada Vez de Gonçalo Cadilhe

Excerto
«Não sei como estará a madrugada dentro de umas horas em Poon Hill. Deve estar completamente encoberta. A muralha exuberante das montanhas mais altas do planeta permanecerá ocultada por uma cortina de nuvens. Para muitos caminhantes que chegaram de todo o mundo será uma experiência frustrante. Para mim, uma revelação: volta sempre ao lugar onde foste feliz, Gonçalo. Mas à procura de outros tipos de felicidade, que aconteçam a outras horas do dia.»




Sobrevivi
de Immaculee Ilibagiza
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 256
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892303956
Colecção: Documentos


Immaculée cresceu num país que adorava, rodeada de uma família carinhosa. Mas em 1994 o seu mundo idílico foi destruído quando o Ruanda mergulhou num holocausto sangrento. A família de Immaculée foi brutalmente assassinada durante uma chacina que durou três meses e ceifou as vidas de quase um milhão de pessoas. Milagrosamente, Immaculée conseguiu escapar. Durante noventa e um dias, ela e mais sete mulheres de etnia tutsi viveram em silêncio na minúscula casa de banho de um pastor local, enquanto centenas de assassinos as procuravam impiedosamente. A comida era escassa e o perigo constante. Um grupo de hutus armado com catanas chegou mesmo a revistar a casa onde as mulheres se refugiavam: "Havia muitas vozes, muitos assassinos. Conseguia visualizá-los na minha mente: os meus antigos amigos e vizinhos - que sempre me tinham cumprimentado com amor e bondade - a andarem pela casa, com lanças e catanas e chamando pelo meu nome", relembra.
Sobrevivi de Immaculee Ilibagiza




Nietzsche Para Stressados
99 comprimidos de filosofia radical para as inquietações do dia-a-dia
de Allan Percy
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 128
Editor: Pergaminho
ISBN: 9789727119561

Na tradição de livros como Mais Platão, Menos Prozac e Proust Pode Mudar a Sua Vida, este pequeno manual de «filosofia de bolso» oferece-lhe uma forma inovadora de superar os problemas e inquietações do quotidiano.
Nietzsche para Stressados reúne 99 máximas do génio alemão e revela a sua aplicação prática em todos os contextos e situações do quotidiano. Quer para preocupações profissionais, questões familiares complexas ou dilemas sentimentais, a filosofia de Nietzsche é altamente eficaz na descoberta de soluções. Cada capítulo deste livro tem início com um aforismo, seguido de uma interpretação prática que ajudará o leitor a tomar decisões, recuperar o ânimo, encontrar o rumo perdido e relativizar a importância de todos aqueles pequenos incómodos que nos assolam no dia-a-dia. Porque afinal, como disse Nietzsche no seu mais famoso aforismo: «Aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes.»
Nietzsche Para Stressados de Allan Percy

Livros




Sinto Muito
Edição Especial
de Nuno Lobo Antunes
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 248
Editor: Verso da Kapa
ISBN: 9789898406095


Sinopse
Um livro de confissões/memórias de um neuro-oncologista pediátrico e hoje neurologista sobre doenças de deficit de atenção. Uma reflexão sentida sobre aquilo por que muitas pessoas têm que passar ao longo da vida ou já no fim dela.
Sinto Muito é sobre o sofrimento em geral, sobre a dor, seguida de perda, seguida de dor. Entristece o coração, mas recompensa-o grandemente, tornando-o mais leve e melhor.
Nuno Lobo Antunes pretende, com bom propósito e bons resultados, deixar que o seu coração se pronuncie, que se liberte a sua voz, que seja conhecida a sua humanidade. E, na verdade, a alma fala.
Sinto Muito de Nuno Lobo Antunes

Excerto
«Há no médico o desejo de ser santo, de ser maior. Mas na sua memória transporta, como um fardo, olhares, sons, cheiros e tudo o que o lembra de ser menor e imperfeito.
Este é um livro de confissões. Uma peregrinação interior em que a bailarina torce o pé, o saltador derruba a barra, o arquitecto se senta debaixo da abóbada, e no fim, ela desaba.
O médico e o seu doente são um só, face dupla da mesma moeda.
O médico provoca o Criador, não lhe vai na finta, evita o engodo.
Mas no cais despede-se, e pede perdão por não ter sido parceiro para tal desafio.»
Antonio Damasio, no Prefacio




Os Irmãos Himmler
de Katrin Himmler
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 336
Editor: Caleidoscópio
ISBN: 9789898129628


Sinopse
Nenhuma revelação neste livro é tão estranha quanto a história por detrás do livro. Katrin Himmler cresceu sabendo que o tio do seu pai, Heinrich Himmler, tinha sido o chefe das SS e, definitivamente, o grande responsável pela exterminação dos judeus europeus. Mas também sabia que o seu avô, Ernst, engenheiro de rádio, tinha sido nazi, dada a posição do seu irmão neste partido. O impulso para descobrir mais, levou-a à verdade chocante de que tanto Ernst como Gebhard (o único irmão que sobreviveu à guerra) estavam muito mais envolvidos no Nazismo do que a família gostaria de admitir.
Katrin Himmler descreve a infância e a juventude dos três irmãos Himmler, e a vida caseira que tinham com os seus pais. Originários de uma família de classe média-alta, os pais eram rígidos, mas envolvidos em todos os aspectos da vida dos seus filhos, e os três rapazes tinham respeito pelos seus pais e trabalhavam bastante nas suas actividades de casa e da escola. Os seus pais eram católicos, mas nacionalistas e etnicistas, e não gostavam de judeus, que consideravam "sujos" e primitivos.
Heinrich fez-se membro do movimento emergente Nacional-Socialista e, dada a sua capacidade de organização, foi subindo de posto até chegar ao comando das SS. O nome Himmler acabou por ser um passaporte de ajuda para os seus dois irmãos e a autora descobre que o seu avô, longe de ser um "nazi menor", era de facto uma figura chave na organização.
Os Irmãos Himmler de Katrin Himmler

Livros para Este Natal


Pecados e Sedução
Autor: John Updike
P.V.P.: 16,60 €
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-26-2676-7
Nº de Páginas: 312
Dimensões: 155 x 235 mm
Colecção: Literatura
Editora: Civilização Editora

Com Pecados e Seduções, John Updike regressa com mais uma grande crónica da vida americana. A história da vida de Owen Mackenzie abunda em pecados e seduções, domesticidade e deboche. O casamento com a sua namorada de liceu, a que logo se segue a sua primeira traição e, mais tarde, uma série de casos. A sua busca pela felicidade, numa sucessão de povoações desde a Pensilvânia até ao Massachusetts, condu-lo à beira do caos, do qual é salvo, mas a salvação encerra um preço fatal.

Imprensa Internacional:

“A verdadeira história é uma meditação chocantemente crua da sua vida sexual e interior. Desde Casais Trocados que… não era tão franco, mesmo ginecológico, sobre o sexo.”

THE INDEPENDENT

“Frase a frase, personagem a personagem, tem uma destreza que poucos, ou mesmo alguns, dos seus contemporâneos conseguem igualar. Todas as páginas têm a marca da mestria.”

DAILY TELEGRAPH

“Este livro dá grande prazer. Alguns escritores tornam-se mais aborrecidos com a idade, mas John Updike torna-se mais perspicaz.”

WASHINGTON POST

“Uma das maiores crónicas da vida americana.”

PUBLISHERS WEEKLY





"Dalí e Eu – Uma História Surreal" de Stan Lauryssens
Autor: Stan Lauryssens
P.V.P.: 14,50 € (aqui)
Data 1ª Edição: 2010
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-4380-0
Nº de Páginas: 212
Dimensões: - x - mm
Colecção: Vidas d’Escritas Nº 9
Editora: Editorial Presença

LIVRO POLÉMICO:
UM EX-NEGOCIADOR DE ARTE ASSEGURA
QUE METADE DOS QUADROS DE DALÍ SÃO FALSOS

Durante mais de uma década, Stan Lauryssens amealhou uma fortuna na qualidade de negociante de obras de Salvador Dali. Os quadros que vendia eram de proveniência duvidosa, mas em breve Stan descobriria que a mais duvidosa de todas era o próprio Dali. À medida que os anos passavam e ele se aproximava do círculo íntimo do pintor, os bastidores de um mundo onde comércio e conspiração andam lado a lado eram-lhe revelados – assim como os segredos que permitiam a Dali manter o seu extravagante estilo de vida muito depois de a sua criatividade ter começado a esmorecer…

Stan Lauryssens foi durante mais de uma década negociante de arte e especialista na obra de Salvador Dali. Depois de ter cumprido pena de prisão por ter vendido falsificações, começou a escrever romances policiais e recebeu em 2002 o Hercule Poirot Award na Bélgica. Actualmente divide o tempo entre Londres e Antuérpia.

* Os direitos cinematográficos foram adquiridos pela 9 Room Enternainment. O projecto encontra-se em desenvolvimento (previsto para 2011) e Al Pacino desempenhará o papel de Dalí.

* Traduzido em: Bélgica, Holanda, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Finlândia, Coreia, França, Brasil, Rússia, Roménia, Polónia, Turquia, República Checa, Eslováquia, Sérvia, Hungria, Grécia, Japão, Taiwan, China, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Dinamarca e Alemanha.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Torradeira Transparente

Esta nova torradeira funciona através do aquecimento dos vidros.Isto permite ver o pão à medida que vai torrando, evitando desta forma os famosos pedaços de pão preto. Foi inventada pelo Inventables Concept Group, que tem vindo a ser conhecido por ter excelentes ideias com desig inovador.



By Vlado Petrusev, Skopje Coolhunt in Science of the Time